quarta-feira, agosto 13, 2014

quero escrever o que porventura não consigo dizer

Pudesse eu ser um livro em branco, em que cada palavra caligrafada no seu interior tem um significado. Não um mero significado, mas uma intenção, um desejo profundo de revelação. Não sei o que procuro nem tão pouco do que me escondo. Não sei o que não sei, não me conheço e muito menos sei quem fui, sou e serei. 
Talvez não vivo, sobrevivo; vou vivendo sem me questionar. Perdi-me no caminho e no tempo, não sei por onde voltar.

terça-feira, agosto 12, 2014

E porque o tédio é o sangue que escorre das feridas do tempo...